Mensagens

Da luta dos enfermeiros

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Muito se tem falado (e escrito) sobre a luta dos enfermeiros - que se intensificou com esta semana de greve. Uns concordam, outros discordam e muitos desconhecem os verdadeiros motivos. Diga-se de passagem que, neste ponto, o trabalho da comunicação social tem ficado muito aquém do que se espera. Dizer que os enfermeiros querem aumentos de 100% não é, de todo, verdade.
Vamos ao caso do João: O João estudou 3 anos para concluir o seu bacharelato em Enfermagem. Começou a trabalhar e, ao fim de muitos anos, foi obrigado (sim, obrigado) a regressar à Escola de Enfermagem para terminar a sua licenciatura. O João mudou de serviço e quis tirar uma especialidade. Pagou-a na totalidade, mas ficou feliz por poder contribuir para a melhoria dos cuidados prestados à população. Ao fim de 30 anos de serviço, o João continua a ser pago como bacharel apesar de prestar cuidados como enfermeiro especialista, porque o país onde o João vive acha que não merece receber mais. O Ministério que tutela a ent…

O meu Diogo já está na primária

Hoje foi o primeiro dia de escola do meu sobrinho mais velho. O meu menino, que nasceu ontem, já vai de mochila às costas para aquela que um dia foi a minha escola primária. E esta que vos escreve, apesar de estar muito feliz por vê-lo crescer com saúde, não consegue evitar o enorme aperto no coração. Ser tia é tramado!

Sobre os livros de actividades da Porto Editora

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O que está na origem de todo este histerismo? Estes dois exercícios:





Como podemos olhar para esta questão?
1) Com humor:
- Se a menina realmente quiser a coroa, ela vai arranjar forma de a ter sem se mexer muito. Toda a gente sabe que as mulheres conseguem sempre o que querem.
- As meninas têm de resolver os seus exercícios com alguma rapidez para ajudarem os meninos que não chegam lá sozinhos.
2) Com a histeria que caracteriza a maioria dos portugueses:
- Resumir um livro a 2 páginas e apelar à revolta nacional contra uma editora.
- Ter uma Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) que acusa uma editora de acentuar "estereótipos de género";
- Aceitar que um Governo RECOMENDE  a retirada de livros do mercado, recuando no tempo até 24 de Abril de 1974.

Para quem não está por dentro do assunto, deixo aqui uma explicação simples (mas cheia de humor) do "nosso" Ricardo Araújo Pereira:

Querem ensinar o conceito de igualdade às crianças? Encarreguem os Pais de lavar a …

E que tal o ginásio?

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Resumo da minha aventura no ginásio:
- Sou treinada por um jovem que parece um armário (Army para os amigos);
- O Army revelou as suas tendências sádicas quando elaborou o meu plano de treino;
- O Army acredita piamente que eu sou capaz de seguir aquele plano - ontem quase morri naquele ginásio, mas ele não se comoveu minimamente.
- Tenho o corpo todo dorido;
- Estou a ganhar coragem para treinar hoje.
Tirando isto, tudo fino. O exercício ajuda-me a combater o stress e a verdade é que durmo melhor quando vou ao ginásio. Agora é trabalhar no duro para atingir os objectivos: Tenho 10Kg para mandar às urtigas!

Estava a correr bem demais!

Quando engravidámos, decidimos que a Mafalda iria para uma ama quando regressássemos ao trabalho. Só há um colégio no nosso Concelho - que não é muito bem falado - e achámos que seria um risco pôr lá a miúda sem saber falar. Nunca se sabe senhores, nunca se sabe... Pois bem, a Mafalda foi para uma ama da nossa confiança aos 4 meses e adaptou-se lindamente. Fez amigos, desenvolveu-se super bem e, mais importante, sei que a deixo em boas mãos cada vez que venho trabalhar. Além disso, a senhora é super flexível e "aguenta-a" quando surge algum imprevisto.
Tudo bonito, até ao dia.
Por motivos alheios à nossa vontade, a Mafalda ficará sem ama no final deste mês. A Mafalda e todos os outros meninos, uma vez que a senhora cessará actividade. Demasiadas burocracias e exigências levaram-na a tomar esta decisão. Voltámos à preocupação inicial: Com quem vamos deixar a nossa filha? Surgiu a hipótese de ir para outra ama até ter idade para ir para a pré.
Fui com o meu marido a casa dessa …

Música para os meus ouvidos

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Gerir redes sociais não é para qualquer um

Nestas férias percebi que esta coisa das redes sociais é mais séria do que pensava. Nada é partilhado por acaso. Há ângulos, segmentos e mais uma data de coisas a ter em conta para se atingir o resultado pretendido.
A minha família veio passar uns dias ao Pico. A filha do meu cunhado - uma espécie de sobrinha emprestada - está na adolescência e, tal como os bichos da sua espécie, é viciada nas redes sociais.  É Facebook, é Instagram, é uma aplicação para produzir vídeos, a rapariga está em todas e é super assídua. Nada como esta que vos escreve uma vez por mês e acredita piamente que é a melhor da sua rua.
Esqueçam os balúrdios que pagam as gestores de redes sociais. A minha sobrinha dá-lhes um par de calças com a maior descontração e por meia dúzia de tostões.
Numa tarde de banho na piscina da Barca, a A. deu-me o seu iphone e pediu que a filmasse em segmentos de 2 segundos. Nem mais, nem menos. 2 segundos. Ora, eu que sou uma pessoa espectacular acedi ao pedido da rapariga e filmei-a…

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