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A mostrar mensagens de Junho, 2015

Eu assinei, claro!

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Podem assinar aqui.

Empanada, me confesso!

Fui para a Terceira no dia 19.
Fomos para a festa. Comecei a sentir uma dor irritante no pé esquerdo. Desvalorizei. A dor continuou, não liguei.
Regressei ao Pico, e a dor também. Hoje fui ao médico e parece que o único treino que posso fazer é caminhada (adios kickboxing, vemo-nos em Setembro) e que isto é resultado de um traumatismo.
A questão que se impõe é: Como é que eu espatifo um pé sem dar por nada?

É bom regressar, mas custa deixar pessoas importantes atrás.

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E pronto, estou de volta ao Pico. À casa que chamo "minha", aos meus cães e à minha rotina. Para trás ficou a minha família. Não vou mentir, ontem eu e o homem ficámos encantados com o silêncio do nosso canto. É bom viajar, mas é ainda melhor regressar. Dormi uma porrada de horas e estou como nova. Pronta para regressar ao trabalho. Mas - há sempre um "mas" na minha vida - deixei para trás uma parte muito importante da minha vida: Os meus sobrinhos. O amor que sinto por eles é o maior de todos. Vivi durante anos com  aquelas pestes, fui com eles para o hospital, embalei-os na sala de espera da urgência pediátrica enquanto esperávamos pelo médico, dei-lhes biberão às tantas da manhã, mudei-lhes centenas de fraldas, andei km de carro para adormecerem, fiz figuras tristes para arrancar sorrisos daquelas caras lindas,  chorei de alegria quando os vi alcançar pequenos e grandes objectivos, fiquei com o coração partido quando os vi sofrer. Fiz figuras tristes no desfile de …

Tradição?

Um bando de loucos a cometer atrocidades não é tradição. É parvoíce, ignorância e mau carácter.
Puna-se exemplarmente. E depressa.

Se isto não é um atentado à liberdade individual, não sei o que será...

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Quem me lê sabe que defendo a liberdade. A liberdade com responsabilidade, claro. Cada qual saberá o que é melhor para si. E crenças e princípios não se discutem. Eu sou a favor da despenalização do aborto. Num país livre, democrático, instruído e respeitador das liberdades e garantias individuais, não faz sentido uma caça às bruxas que matam bebés. A mulher é dona e senhora do seu corpo e da sua vida e ninguém tem o direito de a obrigar a ter uma criança que não deseja.  Considero que quem opta pela IVG fá-lo em consciência, depois de pesar os prós e os contras. Pelo menos a maioria das mulheres. Acredito que ninguém aborta de ânimo leve, como quem muda de cuecas. É minha profunda convicção que fazemos sempre o que achamos melhor para nós próprios. Por isso mesmo não consigo conceber a ideia de ter um estranho a obrigar-me a ver e a assinar a ecografia do feto que não quero. 
"A obrigatoriedade de mostrar à grávida que vai abortar uma ecografia que terá de assinar, o fim da isenção da…

Como foi a marcha do teu sobrinho, Miss_Moi?

Vem o rapaz pela Rua da Sé e cai duas vezes. Olha para o lado e vê o tio e duas tias-avós. Espreita por baixo, vê os sapatos da mãe - isso não é normal - e chora o resto do caminho.
Correu muito bem, portanto.

Ai que estou tão orgulhosa!

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O meu sobrinho mais velho (e afilhado)  vai sair numa marcha de São João hoje à noite!
Estou tão orgulhosa.


Em modo pré-férias

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Amanhã é o meu último dia de trabalho!


Do Portugal velhinho, pobrezinho e parolinho...

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"Em apenas cinco anos, Portugal "perdeu" perto de 200 mil habitantes, um número que surpreende e preocupa especialistas em demografia pela rapidez do fenómeno. Iniciada em 2010, a tendência para o decréscimo populacional é imparável e 2014 não foi excepção: no ano passado, o país passou a ter menos 52.479 pessoas, revelam as estimativas sobre a população residente divulgadas nesta terça-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). No final de Dezembro, viviam no país 10.374.822 pessoas, menos 198 mil do que em 2010."
É impossível ignorar uma notícia destas, principalmente quando ainda se está na casa dos vinte. Agora é esperar pelos argumentos espalhafatosos de que a culpa é das meretrizes que engravidam e abortam, a culpa é dos casais egoístas que só têm um filho ao invés de um orfanato. Lamento, não concordo com nenhuma das teses. Nascem menos crianças quando as pessoas passam a importar menos do que os números. Nascem menos quando a qualidade de vida é menos…

Welcome to my world!

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Apesar do meu trabalho não contemplar atendimento ao público, sou obrigada a dar a cara cada vez que as minhas colegas se retraem. Além disso, esta malta pensa que ganho muito e que, por isso mesmo, tenho de resolver os imbróglios dos outros departamentos. (enquanto escrevi este post, recebi mais do que um e-mail com pedidos de outros departamentos) Bom, hoje uma senhora muito pouco simpática ligou a expor um problema. Um dos milhares que ela tem, pois só ela tem problemas. O resto da malta do Pico está na boa. Tentei perceber o que se passava e - tal como esperava - ela não tinha razão nenhuma. Liguei-lhe, expliquei da melhor maneira possível que, neste caso, não podíamos fazer nada por ela. Tem de aguardar, mas será contactada assim que possível. "Agradeço que não me liguem. Isso aí é uma merda!" E desliga-me o telefone na cara. Há gente muito simpática, não há?


Em contagem decrescente

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Quase em casa...Que saudades!

Mudei de casa!

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Não, não me chateei com o Sapo, nem recebi uma proposta milionária para alojar o meu blogue aqui.
Quis mudar, só isso. 
Bem-vind@s!

Tal banhada que me deram!

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Vou gozar horas extra na Sexta. Na Segunda entro de férias...Mas parece que não vou sair do Pico.

Música para os meus ouvidos

Música oficial dos exames do 1º semestre do 1º ano.

Que se lixe a capa do Quaresma

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