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A mostrar mensagens de Dezembro, 2015

Balanço de fim de ano

Comecei 2015 sem grandes expectativas. 2014 ficou na memória como um dos piores anos de sempre e, por isso, não esperava grande coisa deste ano. Mas a verdade é que — apesar de algumas dificuldades — foi um bom ano.
Tive uma das maiores surpresas da minha vida, casei com o namorado de longa data e fiz amizades que sei que vão durar. Não podia pedir mais.
Adeus 2015, obrigada por tudo.

O noivado mais curto da História

Desde há algum tempo para cá que o meu gajo tem o desejo de casar.
Ouviu dizer que agora é tudo muito rápido e ficou entusiasmado. Falou-me no assunto e eu concordei. Afinal de contas, estamos juntos há 6 anos e já partilhamos casa.
Ficámos de ver as coisas para o casamento civil. Sim, porque o homem queria casar ainda este ano.
Liga-me na Segunda-feira a dizer que estava no registo civil e que eu tinha de lá ir ouvir uma conversa qualquer da senhora. Saí do trabalho e lá fui.
Perguntaram o dia, ao que ele responde "Quero casar ainda esta semana". Ok, o homem deve pensar que estou para morrer e quer garantir a herança.
Fomos à nossa vida convencidos de que casaríamos na Sexta-feira. Dava tempo para ver alianças e outros tantos pormenores.
No dia seguinte ele liga-me e diz "Ligaram do registo civil, podemos casar hoje?".
Tive de tirar a tarde, fomos a correr comprar alianças e o recorde de noivado mais curto da História é nosso: Um dia!

(Sim, vai haver casamento reli…
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1) As prioridades da Assembleia da República.
 O professor não compreende a ordem de prioridades deste Parlamento. Não entendo porquê. Se todos os homens são iguais em direitos e deveres e se não podem ser discriminados com base na cor, religião, etc., é perfeitamente normal que o Parlamento tenha alguma urgência em pôr termo a lei discriminatória. Mas o professor acha que os problemas de natureza económica são mais importantes que o bem estar das crianças institucionalizadas que esperam a vida inteira por uma família.

2) Os pilares em que os "liberais" se apoiam.
Bem, isto é difícil...Os "filósofos de café" não acreditam que, em termos físicos, os homens são iguais às mulheres. O que pensam é que todos os indivíduos são iguais em direitos. E até percebo. Se os gays pagam os mesmos impostos que os hetero, em princípio têm os mesmos direitos. Ou isto é só desembolsar?!
O professor fala em questões religiosas. Bom, eu sou crente. É verdade. Apesar de não ser beata, …

Não está na lista dos meus professores preferidos...

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Nem partilhamos da mesma ideologia política. Mas o Professor Miguel Morgado falou bem...



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