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A mostrar mensagens de Agosto, 2016

Da maternidade - Primeiro mês.

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Eu juro que não percebo as mommy-blogger profissionais. Elas estão sempre lindas, penteadas, os filhos são maravilhosos e as casas...Ai as casas! A vinda da Mafalda alterou por completo as nossas vidas e posso garantir-vos que glamour aqui é mito urbano. De início passei muitas noites de pé a embalar a Mafalda enquanto ela gritava como um tenor. Descobri assim a cura para as ciatalgias. Anti-inflamatórios e aplicações de calor são coisas de menino. Andar com um bezerro ao colo é que é! Ao embalo juntava-se sempre uma playlist que começava - religiosamente - com a versão do Tiago Bettencourt da "Canção do Engate". Depois de uma noite de concerto, as manhãs revelavam-se um pesadelo. A rapariga dormia todo o dia e nós - sopeiros não glamorosos - aproveitávamos para fazer uma data de coisas: O homem ia à vinha, eu tratava (por exemplo) da roupa. À noite voltávamos ao mesmo. Até que um dia percebemos o que este boneco diabólico queria: Dormir connosco! Reparámos que assim que o rabo t…

A política americana é assim: Ridícula

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Sobre o Burkini e outros tantos símbolos de opressão

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Concordo em absoluto com a proibição do burkini nas praias, tal como concordo com a proibição do uso da burqa em espaços públicos, nomeadamente escolas. Porquê? Ora vejamos:
- Em primeiro lugar, por questões de segurança. A Europa tem explodido a um ritmo assustador e a verdade é que um terrorista pode perfeitamente vestir uma burqa e transportar uma bomba debaixo dela. Por muito rebuscada que seja, é uma teoria válida.
- Em segundo lugar, porque na Europa os Estados são independentes da religião. Seja ela qual for. Sou do tempo em que todos os dias rezávamos uma Avé-Maria e um Pai Nosso antes de começarmos as aulas. Foi proibido e todos os crucifixos foram retirados das salas de aula. Era ofensivo para as outras religiões. Ora, se olhar para um crucifixo é uma ofensa reconhecida pelos Estados Europeus, olhar para um saco de batatas na praia e para um guarda-sol ambulante também é.

- Em terceiro lugar porque esta é a nossa casa. E em casa alheia temos de nos comportar. Eu fui a Marrocos …

Todas as noites...

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As noites têm sido mal dormidas, por culpa das cólicas. Eu e o pai dividimos os biberões, de modo a podermos descansar um pouco, mas não tenho tido sorte. Ora reparem: No meu biberão, eu consigo alimentar a criança, mudar a fralda, embalar e deitar. Isto porque tento não despertá-la, mantendo o zombie mode. O pai dorme que é um luxo e responde a pequenos pedidos tipo "não te mexas porque ela vai ficar aqui na cama enquanto meto a fralda no lixo" entre outros. Enfim, é um sossego.
No biberão do pai é a festa na floresta: Eu fico com ela enquanto ele vai buscar o leite, ele alimenta a criança, põe-na a arrotar e aí, senhores, é que começa a desgraça: O meu marido tem horror a fraldas. Não reclamo porque ele é que ficou sempre com o trabalho esquisito, como tratar do umbigo da Mafalda. Portanto, eu tenho de acordar sempre para mudar a fralda à pisca. Lá se vai a teoria de cada um dormir um pouco. Mais! A Mafalda já percebeu que não há nada melhor que o colo da mãe, portanto, após …
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Durante os incêndios de Verão os bombeiros são heróis. O resto do ano são insignificantes.

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